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LÍNGUA INGLESA : PRONÚNCIA PADRÃO , VARIAÇÕES LOCAIS , PARTICULARIDADES DE ALGUNS FONEMAS E DÍGRAFOS

 





Há diversas maneiras e caminhos para melhorar a pronúncia da língua inglesa ,  requer prática e disciplina para desenvolver um bom nível do idioma. Isso é se pode começar por exemplo: 

 Ler sobre os fonemas  e os dígrafos  , logo   procure  ouvir os sons por meio de músicas,  filmes e  conversando nativos  ,  também  com pessoas que estudam  inglês e/ou com os profissionais que também lecionam a língua inglesa. 

 E nunca se esqueça  de ler  textos, diálogos, frases e/ou até vocabulários soltos, uma prática simples  e que funciona bem.

Apoiar-se em alguém para melhorar o aprendizado de uma segunda língua é necessário. Porém, da mesma forma, é importante praticar sozinho. Entretando há diversas  atividades e dicas adequadas para você melhorar a pronúncia de inglês e suas habilidades de comunicação no idioma.

Veja algumas abaixo:

Aprenda a ouvir

Como qualquer língua, antes de começar a falar, é necessário aprender a ouvi-la e distinguir as diferenças entre algumas palavras homófonas (palavras que têm o mesmo som, são escritas de forma diferente e têm diferentes significados).

Aqui estão alguns exemplos:

Two (dois) ou Too (também)

Slip (escorregar) ou Sleep (dormir)

Shin (canela) ou Chin (queixo)

Para treinar o ouvido e saber diferenciar as palavras, é aconselhável assistir a filmes na língua original, ouvir notícias, músicas e podcasts em inglês.

 Produzir sons corretamente

Para desenvolver uma excelente pronúncia em inglês é importante prestar atenção ao movimento dos lábios e da língua, pois a maneira como essas partes do corpo são colocadas na hora de falar, determinará a qualidade do som que será emitido.

Por exemplo, para produzir corretamente o dígrafo “th”, é necessário colocar a língua entre os dentes e deixar o ar escapar pela boca. Isso produzirá palavras como:


Birthday

Thursday

Toothbrush

 Melhore a sua pronúncia com gravações

Para saber se o inglês é falado corretamente, faça o seguinte:

Grave dois minutos de sua própria conversa falando em inglês

É importante ouvir a voz e prestar muita atenção às palavras que não foram ditas corretamente.

O exercício deve ser repetido até que um bom trabalho seja feito.

Repita, imite, repita

Existem várias estratégias para aumentar o nível da pronúncia da língua Inglesa. 

 Aqui estão algumas atividades que podem ser feitas:

Selecione o diálogo de um filme ou série considerado muito conhecido.

Ouça com atenção as palavras que o personagem usa ao falar.

Aprenda o diálogo.

Repita cada palavra com o sotaque do personagem.

Compare se a maneira de falar é a mesma do personagem. Caso contrário, o diálogo deve ser repetido até que uma boa combinação de tom seja alcançada.

Participe de meetups .

Em algumas instituições, são criados eventos onde você pode praticar como falar com outras pessoas. Esses eventos são chamados de meetups, porque as pessoas se reúnem em um espaço público para praticar algo. Nesse caso, existem também os meetups de idiomas, onde as pessoas conversam utilizando suas várias habilidades na língua inglesa.

Nestes locais você pode encontrar pessoas especializadas na língua e pessoas cuja língua materna é o inglês. Eles podem ser de grande ajuda para desenvolver uma melhor estrutura e pronúncia do idioma. É claro que existem meetups online e nesse momento do mundo, podemos e devemos investir neles.

 Leia poemas, histórias ou romances

Para melhorar a pronúncia em inglês, é necessário ler porque a literatura ajuda a entender o tom (entonação) e o sotaque (ênfase) do idioma. Por isso é aconselhável ler poemas, contos, romances, discursos ou notas jornalísticas.

Cante em Inglês

Aprender inglês pode ser divertido com música.

 Para conseguir isso, é necessário o seguinte:

Cinco canções de gosto pessoal.

As letras em inglês de cada uma das melodias.

Aprenda cada versículo.

Cante as letras de memória.

A Pronúncia da Língua Inglesa: reconhecendo os sons e seus símbolos fonéticos

O Alfabeto 

LetraPronúncia
Aêi
B
C
D
Eí
Féf
Gdgí
Hêitch
Iái
Jdjêi
Kkêi
Lél
Mêm
Nên
Oôu
P
Qkíu
Rár
Sés
T
Uiúl
V
Wdâbliu
Xéks
Yuái
Z
OBS.: a letra Z é pronunciada /zí/ nos Estados Unidos e /zéd/ no Reino Unido.

Alfabeto em inglês com exemplos de palavras
Confira abaixo uma série de exemplos de palavras para cada letra do alfabeto.
A: advanced; anatomy; anchovy; angus; answer; arrange.
B: beard; book; boy; bread; breakfast; brother.
C: chaos; class; coffee; color, computer; country.
D: day; decide; dice; division; dinner; dog.
E: edition; environment, evening; example; expensive; experience.
F: fact; father; film; floor; friend; furniture.
G: goal; goat; gold; government, good; grammar.
H: hair; hand; hospital; hour; house; how.
I: information; intermediate; invitation; island;
J: jacket; jam; jealous; job; joy; juice.
K: keen; keep; kind; know; knot; knowledge.
L: large; last; lemon; light; look; luggage.
M: man; meet; mind; minute; money; mother.
N: name; need; news; noise; noun; number.
O: offer; old; orange; order; organic; out.
P: paper; party; play; phone; practice; press.
Q: query; question; quiet; quit; quite; quote.
R: rain; reason; reference; restaurant; roof; room.
S: second; sick; sit; situation; street; student.
T: terrible; time; think; tomorrow; train; travel.
U: under; unit; university; use; until; upset.
V: value; verb; very; victim; view; voucher.
W: watch; weather; who; window; with; work.
X: xenophobia; xerox; xiphoid; x-ray; xylography; xylophone.
Y: yes; yesterday; yet; yolk; young; yummy.
Z: zero; zipper; zodiac; zoo; zoom; zucchini.

Como é o alfabeto fonético do inglês?
Para um alfabeto fonético em inglês ser funcional, usar apenas letras não é o bastante já que a sonoridade das palavras precisa ser transformada em texto, por isso símbolos auxiliares sempre entram na hora de se fazer a diferenciação de cada pronúncia.

Um alfabeto fonético de uma língua é composto pelo símbolo que o representa na tabela internacional e o som da pronúncia usando as letras que conhecemos normalmente e alguns outros símbolos do IPA.

O símbolo dos dois pontos (:) vem sempre depois de uma vogal que precisa ser “alongada“ e o símbolo do acento, ou aspa simples (‘), sempre antecede uma vogal tônica, como se representasse um acento no português.

Confira a tabela de fonemas abaixo para entender melhor!

Símbolo IPAExemploSom
/i/see[si:]
/e/red[red]
/æ/cat[kæt]
/ɑ/father[f′a:ðә]
/ɔ/dog[dɔg]
/ʊ/book[buk]
/u/blue[blu:]
/p/pen[pen]
/t/table[t′eibәl]
/f/fish[fiʃ]
/s/see[si:]
/ʃ/shoe[ʃu:]
/v/very[v′eri]
/z/zebra[z′i:brә]
/ʒ/measure[m′eʒә]
/m/man[mæn]
/n/nice[nais]
/ŋ/song[s′ɔŋ]
/h/house[haus]
/w/wet[wet]
/j/yes[jes]

Perceba que a coluna “som” mostra qual é o som que precisa sair da sua boca quando você pronunciar a palavra da coluna “exemplo”. Na primeira coluna, “Símbolo IPA”, você vê qual é a letra ou, de forma bem leiga, o “pedaço da pronúncia” que merece destaque no aprendizado.

E por falar em símbolo...

Quantos símbolos fonéticos o inglês tem?
Ao todo, são 44 símbolos do Alfabeto Fonético Internacional que fazem a transcrição fonética em inglês de todo o vocabulário utilizando mais de 1.000 combinações diferentes.

Confira todos eles no quadro a seguir.

CategoriaExemplos
Vogais breves/ɪ/ como em “fish” ou “bit”

/æ/ como em “ask” ou “back”

/ʌ/ como em “bud” ou “love”

/ə/ como em “dinner” ou “about”

/e/ como em “net” ou “pet”

/i/ como em “ship” ou “bit”

/ɔ/ como em “not” ou “hot”

/u/ como em “put” ou “look”
Vogais longas/a:/ como em “father” ou “star”

/ə:/ como em “her” ou “bird”

/i:/ como em “meet” ou “beat”

/u:/ como em “goose” ou “food”
Ditongos/ai/ como em “five” ou “lie”

/ei/ como em “late” ou “play

/ɔi/ como em “boy” ou “boil”

/au/ como em “how” ou “about”

/ou/ como em “note” ou “cold”

/iə/ como em “ear” ou “here

/ɛə/ como em “care” ou “fair

/uə/ como em “poor”
Consoantes/b/, /d/, /f/, /g/, /h/, /k/, /l/, /m/, /n/, /p/, /r/, /s/, /t/, /v/, /z/,

/ʃ/ como em “ship” ou “shine”,

/ʒ/ como em “pleasure” ou “measure”,

/ʤ/ como em “age”,

/ʧ/ como em “cherry”,

/ŋ/ como em “king” ou “sing”,

/ð/ como em “that” ou “there”,

/θ/ como em “thick” ou “bath
Outros símbolosO sinal “'” indica que a sílaba seguinte é acentuada

O sinal “:”, depois de uma vogal, significa que ela é prolongada
Dá para perceber que muitos símbolos representando as consoantes acabam obedecendo a regra do “fala como se escrever“, né? Mas eles aparecem sempre entre duas barras para você identificar que se tratam de uma transcrição fonética.

A partir do dicionário fonético em inglês, explore e conheça  o som de cada símbolo para conseguir ler os fonemas corretamente, treinando o quanto puder.


Uma visão geral do inglês

Antes de entrarmos nos detalhes da ortografia desse idioma, vamos dar uma olhadinha nele. Os linguistas identificaram 3 eras distintas na história do inglês, nas quais essa língua mudou drasticamente, assim como a sua pronúncia e ortografia. Essas 3 eras são:

Inglês antigo: é a primeira versão do inglês, que se desenvolveu a partir dos idiomas das tribos germânicas que invadiram a ilha da Grã-Bretanha no século V.
Inglês médio: é a versão do inglês que surgiu depois que os normandos invadiram a Inglaterra em 1066 e levaram uma versão inicial do francês para lá.
Inglês moderno: é a versão que se formou mais ou menos a partir do século XV, muito influenciada pela colonização e os avanços tecnológicos.

Há muito mais a se dizer sobre as versões do inglês, mas, com essa breve introdução, você já pode começar a entender como ele foi afetado por outras línguas e alguns eventos históricos. Cada versão desse idioma causou um grande impacto na maneira como as palavras eram escritas, e ainda vemos esses efeitos até hoje! Agora, vamos analisar mais de perto como a ortografia do inglês foi moldada por outras línguas, mudanças sonoras e novas tecnologias.

Como outros idiomas influenciaram a ortografia do inglês?
Originalmente, o inglês não era escrito com as letras que usamos hoje, mas sim com um alfabeto diferente composto por runas. Hoje, elas podem parecer figuras para a maioria de nós; no entanto, a distribuição das linhas nesse sistema de escrita representa sons específicos da língua, assim como acontece com as nossas letras atuais.

De onde vêm as letras modernas, então?
Atualmente, o inglês usa o alfabeto latino (ou romano). Esse alfabeto foi levado para a Grã-Bretanha em 43 AEC, quando ela foi invadida pelo Império Romano. Porém, é mais provável que ele tenha sido adotado primeiro pelos missionários cristãos da Irlanda (vizinha da Grã-Bretanha), os quais começaram a utilizar as letras modernas do alfabeto latino para escrever em inglês. No início, esses missionários continuaram a usar algumas runas para representar sons em inglês que não existiam no latim — um exemplo é o símbolo ᚦ, chamado thorn, associado a um dos sons que hoje representamos com “th”. Os escribas religiosos grafavam as palavras como elas eram pronunciadas, então havia muita variação na forma como o inglês antigo era escrito. Seria algo como alguém do estado de Ohio escrever sobre como precisava “park the car” (“estacionar o carro”), enquanto uma pessoa da cidade de Boston escreveria que precisava “pahk the cah”. Nessa fase do idioma, não havia letras mudas.

Como menciondo acima, o inglês médio se desenvolveu quando os normandos invadiram a Grã-Bretanha, e a chegada desse povo que falava francês modificou o inglês de várias formas. O francês se tornou a língua da classe alta britânica, o que introduziu milhares de novas palavras no inglês. Vamos ver um exemplo: hoje, o inglês tem palavras para os animais — como cow (“vaca”), chicken (“galinha”) e pig (“porco”) — e palavras diferentes para a carne deles — como beef (“carne bovina”), poultry (“carne de frango”) e pork (“carne suína”). 
A explicação para isso é que os fazendeiros que criavam esses animais falavam inglês, mas a classe alta, que ficava sentada esperando o jantar ser servido, usava o francês para dar nome ao que eles comiam!

Isso também significava que os escribas bem-instruídos que escreviam em inglês naquela época usavam muitas convenções de ortografia baseadas no francês. Foram esses escribas que substituíram runas como ᚦ por letras latinas como “th”. Eles também criaram padrões que faziam sentido naquele momento para representar a pronúncia das vogais em inglês — o inglês antigo não costumava diferenciar vogais longas e curtas (como os sons “ii” e “i”) na escrita, mas os escribas do inglês médio começaram a usar vogais duplas para mostrar que elas tinham um som mais longo, como em see (“ver”, pronunciada como “sii”).

O que aconteceu para o inglês continuar a mudar?
Enquanto muitas convenções do inglês escrito começaram a se tornar fixas durante a era do inglês médio, isso não aconteceu com o inglês falado. Uma das principais razões pelas quais a ortografia desse idioma parece tão confusa hoje é que a língua e a pronúncia continuaram a mudar mesmo depois que os escribas ou as autoridades decidiram qual era o jeito “certo” de escrever. Entre as maiores transformações na pronúncia, está a Grande Mudança Vocálica, que ocorreu entre os séculos XV e XVIII. Nesse período, a forma de falar as vogais em inglês mudou, mas o jeito de escrevê-las continuou igual na maioria das vezes. Isso significa que grande parte das grafias que vemos hoje representa a pronúncia anterior ao século XV, e não a pronúncia atual! Por exemplo, a palavra boot (“bota”, pronunciada como “buut”) é escrita com “oo” em vez de “uu” porque antes ela era falada como boat (“barco”, pronunciada como “bout”), com o som de “o” longo. Pouco a pouco, as pessoas começaram a pronunciar essa palavra como se fala agora, mas ninguém nunca se preocupou em mudar a grafia dela.

E não foram só as vogais que mudaram. Você já viu aquela cena de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado em que um guarda francês se refere a Arthur e os seus cavaleiros como “silly English kaniggets” (“cavaleiros ingleses estúpidos”)? Kaniggets é uma palavra que não existe: nada mais é do que a palavra knights (“cavaleiros”) com uma pronúncia que imita o inglês da época para fazer uma piada. Mas a brincadeira tem um fundo de verdade, pois o som do “k” de knights não era mudo no inglês antigo, ao contrário de hoje. Além disso, o encontro das consoantes “gh” era usado para representar um som parecido com aquele do final do nome alemão Bach (pronunciado como “baarr”). Com o passar do tempo, muitas pessoas deixaram de produzir esse som, ou começaram a pronunciá-lo como um “f” dependendo da palavra. Então, a pronúncia da palavra knight no inglês médio poderia ser algo como “kaníirrt” em vez da atual “nait”. Essa palavra (assim como muitas outras!) ainda é escrita conforme era falada antigamente, mas a pronúncia da vogal se transformou por causa da Grande Mudança Vocálica, e os sons que eram representados por “k” e “gh” se tornaram mudos. Não é à toa que tantas pessoas ficam confusas quando tentam aprender a grafia das palavras em inglês!


Que outras coisas influenciaram a grafia das palavras em inglês?
Durante o período do inglês médio, ainda havia bastante variação no modo como as pessoas escreviam as palavras (até mesmo os seus próprios nomes: Shakespeare, por exemplo, teve o seu nome grafado de 25 jeitos diferentes durante a vida!). Isso começou a mudar depois que William Caxton levou a prensa móvel para a Inglaterra em 1476. Graças a esse avanço tecnológico, as convenções que foram impressas em livros puderam se espalhar para uma audiência muito mais ampla, e isso acabou levando à adoção de certos padrões de grafia.

A elaboração de dicionários por estudiosos como Samuel Johnson também ajudou a estabelecer uma fonte comum de conhecimento que as pessoas consultavam para decidir como uma palavra deveria ser escrita. Noah Webster desenvolveu outro dicionário famoso que impactou a grafia do inglês. Ele propunha incentivar o inglês que era usado nos Estados Unidos em vez de seguir as convenções britânicas, e o seu dicionário foi fundamental para que os norte-americanos aprendessem formas diferentes de escrever algumas palavras, como favorite (“favorito”) no lugar de favourite. Não há nenhuma razão para que uma dessas grafias seja considerada melhor; a escolha de uma em vez da outra apenas mostra quem tinha as opiniões mais influentes no lugar onde aprendemos inglês.

Além do dicionário de Webster, o fato de livros impressos se tornarem disponíveis também foi muito importante para que houvesse uma maior padronização de como se escrevia o inglês pelo mundo — e outras línguas também. O inglês se espalhou durante o período colonial e entrou em contato com outros idiomas; quando aconteciam empréstimos de palavras dessas outras línguas, era mais provável que as pessoas continuassem a escrevê-las com a grafia original, sem adaptá-las para as convenções do inglês. Assim, além de haver palavras no inglês moderno que seguem os padrões que faziam sentido no inglês médio e antigo, aquelas que foram adicionadas mais recentemente seguem as convenções de outras línguas, por exemplo: pneumonia, que vem do grego; cappuccino, do italiano; ballet, do francês; tortilla, do espanhol, buoy (“boia”), do holandês; dachshund (“cão-salsicha”), do alemão; tsar (“czar”), do russo; bazaar (“bazar”), do árabe; samurai, do japonês… e muitas outras!

Aprendizado em camadas
A grafia do inglês é complicada porque ela representa a forma como essa língua é pronunciada por muitas pessoas diferentes, em vários países e em diversas épocas! Mas apesar de ser difícil aprender a ler e escrever em inglês, também é muito interessante perceber como a história por trás desse idioma fica bem à vista por meio da grafia das palavras. E, felizmente, o seu amigo Duo está sempre aqui para ajudar você a aprender!

Hold on !!

I´ll catch you all soon,  fellas!



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